segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Orçamento de estado

Muito se tem discutido sobre este orçamento de estado, e como em todos eles passados e presente partem sempre do mesmo pressuposto, diminuir a despesa publica, cumprir metas e fazer crescer a economia. Bem o presente é mais cumprir as metas da troika que o resto. E falemos de diminuir a despesa publica, solução do governo e claro muito bem aceite pelos patrões e outros que tais, acabas com subsidio de férias e de natal, e aí soam os alarmes, os patrões da industria acharam óptimo, em surdina até gostavam que isso passasse para o sector privado, mas os patrões do comércio ficaram alarmados, e com razão, muito comércio vive de duas alturas do ano, a altura em que recebemos o subsidio de natal e a altura em que recebemos o subsidio de férias. E são muitos milhões que deixam de ser gastos. E tem-se uma solução muito mais eficaz, mas claro do desagrado de quem manda e ganha muito bem neste país. Limite-se os ordenados a 15 mil euros na função publica, tenho a certeza que num ano se poupava muito mais que cortar os subsídios de natal e férias., e se fosse demais acertava-se o valor um pouco acima. Isto sim era uma medida justa, mexia-se em quem pode perder poder de compra pois tem-no muito acima de todos os outros e não se prejudicava quem não tem poder de compra e sobrevive mal e porcamente. Isto seria DEMOCRACIA.
Agora o outro ponto muito querido dos nossos incompetentes patrões, aumentar a produtividade, solução trabalhar-se mais meia hora, como se na maior parte dos locais de trabalho isso já não acontecesse, porque se não se fica um pouco mais já se sabe que o contrato não é renovado, e até hoje ainda não vi uma única explicação em como isto iria resolver o problema da nossa produtividade. Já somos dos que trabalhamos mais horas na união europeia, e depois temos os salários, os patrões queriam que eles fossem mais baixos, não por eles aumentarem a produtividade, (bem se baixassem todos para 15000€ máximo de certeza) mas por aumentarem os lucros, porque já somos um dos países com os salários mais baixos da união europeia ao nível de países de terceiro mundo. Os nossos patrões na sua grande maioria sempre viram o lucro a curto prazo como meta, gastar o mais que podiam em luxos (carros novos, amantes novas) mas nunca em invstir na empresa em formar e melhrorar a qualidade de vida dos trabalhadores, quer se queira quer não, quem está feliz e contente com o emprego que tem produz mais, e não há outra maneira. Triste país este que acredita neste politicos de pacotilha que não sabem o que fazer e se limitam em nos tirar direitos, liberdades e garantias, que aceita com resignação ser tratado como cidadão de segunda, que aceita justiça injusta, que aceita atropelos à Constituição como se o erro dos nosso politicos, o excesso, a incompetência fosse culpa de todos nós, e em parte é culpa daqueles que se abstiveram e abstém de votar, dos que votaram nos sucessivos governos destes ultimos 30 anos, e coitados dos que não votaram nos que ganharam, pois esses sem culpa nenhuma pagam os erros dos outros.  E por hoje chega

Subversão da Democracia

Hoje em dia muito se fala da democracia, como se evoluiu desde a Grécia antiga (nada a ver com os problemas actuais) até aos dias de hoje. E hoje em dia vê-se uma subversão da democracia. A subversão começa quando as pessoas têm medo de se expressar livremente, de dizer o que pensam. E isso vê-.se quando se fala com as pessoas e elas falam de que podem perder os empregos se falarem ou se fizerem greve. A Democracia tem que se livremente exercida, deve-se pode dizer o que se pensa dentro dos limites, não esquecer que a nossa liberdade termina onde começa a liberdade dos outros, e exercer o nosso direito à greve sem medo de represálias. Doutra maneira estamos a subverter a democracia e pior que isso, autorizar uma ditadura apoiado no medo de perder o emprego, de o país se afundar, e com isso vem os abusos, as liberdades restringidas, o poder de machucar os fracos e pobres para manter os ricos, não se enganem, é este o caminho que seguimos.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Como duas pessoas vêem o país de forma diferente

Seguindo um linkl li um texto de opinião de Batista Bastos no DN que muito me alegrou, ali estava alguém que como eu achava que os politicos em Portugal são o maior problema português. Mas logo a seguir noutro link aí estava alguém a dizer que a greve geral nada ia mudar, era um erro e que os trabalhadores deviam era comer e calar. O erro dessa pessoa é achar que a greve geral é contra a maioria dos patrões, especialmente o das pequenas e médias empresa. A greve geral é contra o maior empregador português (o estado) e contra os maiores grupos económicos portugueses. Que ao longo das ultimas três décadas só se interessaram em encher os bolsos e tirar direitos e regalias aos trabalhadores, esta greve é mais um grito de revolta contra os politicos que nos afundaram neste buraco e os patrões que encheram os bolsos e pouco investiram neste país. É claro que quem escreve a coluna não ganha ordenado minimo, não está desempregado, pois se estivesse ia para a rua participar da greve geral, é fácil falar de barriga cheia, falar de Marx e agitar o fantasma comunista associado sempre a uma greve. A greve é o instrumento que os fracos têem para se fazerem ouvir, ou se calhar preferia manifestações violentas ou até uma revolução nas ruas. Porque pessoas como esta merecem é que se faça uma revolução para tirar do poleiro os de barriga cheia, que se nos exploraram e exploram todos os dias. Cale a boca e tenha vergonha na cara. Quando ganhar o ordenado minimo ou estiver desempregado a viver do subsidio de desmprego, fale, doutra maneira cale-se e não opine sobre aquilo pelo que nunca passou

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Portugueses idiotas again

Todos os dias me surpreendo como os portugueses são capazes de ouvir as noticias e não se revoltarem. Pior ainda, aws pessoas saem-se com as frases lapidares "outros não faziam melhor", "não há outra maneira" ou a melhor "eles não têm culpa têm que cumprir o que lhes dizem". Só idiotas é que podem concordar com isto, e como a maioria dos portugueses concorda chegamos à conclusão que a maioria dos portugueses são idiotas. Hoje ouvi que os bancos vão ter mais tempo para paragar o dinheiro que vão pedir ao estado. Quer dizer, nós se formos ao banco e pedirmos mais tempo eles riem-se na nossa cara, mas a eles é-lhes dado tudo. E depois vem aquela ameaça, se os bancos fecham.... Por mim podem todos fechar, só me lixam a vida todos os meses, é taxas para manutenção de contas, é spreads revistos, é taxas de juro porque se deposita hoje um cheque e ele só fica disponivel dali a três ou mais dias. Os bancos são neste momento o cancro do mundo. Não ajudam a desenvolver as economias, limpam dinheiro sujo, estrangulam quem já está à rasca e nada fazem para dinamizar o país. O estado devia era utilizar o dinheiro que vai para os bancos para pagar a quem deve a tempo e horas. Se as empresas recebessem do estado em 30 dias como devia ser muitas delas não tinham qeu se submeter aos bancos e perder quase todo o lucro nos juros (spreads) exorbitantes que estes cobram. MAs continuem assobiar para o lado, continuem a ser idiotas e vão ver o lindo fim que vão ter.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Angela Merkel e os idiotas

à pouco tempo eu disse que os portugueses eram idiotas, pelo que parece a Angela Merkel pensa o mesmo quer dos portugueses quer dos gregos. Senão vejamos, a Alemanha neste momento domina todas as decisões na zona Euro. O francês só lá está porque vai a reboque. O primeiro ministro grego farto de ver os idiotas gregos a manifestarem-se como é normal em qualquer regime democrático decidiu perguntar-lhes se queriam as medidas de austeridade. A Angela ficou com os cabelos em pé, então os idiotas que estavam abrir os olhos é que iam decidir se a grécia continuava ou não no Euro, nunca, ela quer é lidar com politicos que podem ser manobrados, aliciados, influenciados e não com um conjunto de idiotas que passou a ter opinião. O mesmo se passa com Portugal, quem é rico passa ao lado da crise, mas quem é remediado vai ter que pagar a crise, mesmo se nada fez para a criar, mas foi idiota para nestes ultimos 30 anos ter ido atrás de Mário Soares, Cavaco Silva, Guterres, Paulo Portas etc. Todos eles nos afundaram, todos eles prometeram que o país ia ficar melhor, que iamos ter uma vida melhor, nenhum deles disse que os dislates deles iam ser pagos pelos que menos têem depois de passarem 30 anos a beneficiar os que muito têem. E se olharmos pelo mundo fora, cada vez mais à uma clivagem entre os muitos ricos e os muito pobres. O chamado sistema democrático está inquinado pela influência decisiva do poder do dinheiro. É ele que paga campanhas politicas, que controla os meios de comunicação mundiais, que paga para encobrir casos e distorcer a verdade.
Mas enquanto o povo for IDIOTA tudo vai ser permitido.