quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Como duas pessoas vêem o país de forma diferente

Seguindo um linkl li um texto de opinião de Batista Bastos no DN que muito me alegrou, ali estava alguém que como eu achava que os politicos em Portugal são o maior problema português. Mas logo a seguir noutro link aí estava alguém a dizer que a greve geral nada ia mudar, era um erro e que os trabalhadores deviam era comer e calar. O erro dessa pessoa é achar que a greve geral é contra a maioria dos patrões, especialmente o das pequenas e médias empresa. A greve geral é contra o maior empregador português (o estado) e contra os maiores grupos económicos portugueses. Que ao longo das ultimas três décadas só se interessaram em encher os bolsos e tirar direitos e regalias aos trabalhadores, esta greve é mais um grito de revolta contra os politicos que nos afundaram neste buraco e os patrões que encheram os bolsos e pouco investiram neste país. É claro que quem escreve a coluna não ganha ordenado minimo, não está desempregado, pois se estivesse ia para a rua participar da greve geral, é fácil falar de barriga cheia, falar de Marx e agitar o fantasma comunista associado sempre a uma greve. A greve é o instrumento que os fracos têem para se fazerem ouvir, ou se calhar preferia manifestações violentas ou até uma revolução nas ruas. Porque pessoas como esta merecem é que se faça uma revolução para tirar do poleiro os de barriga cheia, que se nos exploraram e exploram todos os dias. Cale a boca e tenha vergonha na cara. Quando ganhar o ordenado minimo ou estiver desempregado a viver do subsidio de desmprego, fale, doutra maneira cale-se e não opine sobre aquilo pelo que nunca passou

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