Seguindo um linkl li um texto de opinião de Batista Bastos no DN que muito me alegrou, ali estava alguém que como eu achava que os politicos em Portugal são o maior problema português. Mas logo a seguir noutro link aí estava alguém a dizer que a greve geral nada ia mudar, era um erro e que os trabalhadores deviam era comer e calar. O erro dessa pessoa é achar que a greve geral é contra a maioria dos patrões, especialmente o das pequenas e médias empresa. A greve geral é contra o maior empregador português (o estado) e contra os maiores grupos económicos portugueses. Que ao longo das ultimas três décadas só se interessaram em encher os bolsos e tirar direitos e regalias aos trabalhadores, esta greve é mais um grito de revolta contra os politicos que nos afundaram neste buraco e os patrões que encheram os bolsos e pouco investiram neste país. É claro que quem escreve a coluna não ganha ordenado minimo, não está desempregado, pois se estivesse ia para a rua participar da greve geral, é fácil falar de barriga cheia, falar de Marx e agitar o fantasma comunista associado sempre a uma greve. A greve é o instrumento que os fracos têem para se fazerem ouvir, ou se calhar preferia manifestações violentas ou até uma revolução nas ruas. Porque pessoas como esta merecem é que se faça uma revolução para tirar do poleiro os de barriga cheia, que se nos exploraram e exploram todos os dias. Cale a boca e tenha vergonha na cara. Quando ganhar o ordenado minimo ou estiver desempregado a viver do subsidio de desmprego, fale, doutra maneira cale-se e não opine sobre aquilo pelo que nunca passou
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