Muito se tem discutido sobre este orçamento de estado, e como em todos eles passados e presente partem sempre do mesmo pressuposto, diminuir a despesa publica, cumprir metas e fazer crescer a economia. Bem o presente é mais cumprir as metas da troika que o resto. E falemos de diminuir a despesa publica, solução do governo e claro muito bem aceite pelos patrões e outros que tais, acabas com subsidio de férias e de natal, e aí soam os alarmes, os patrões da industria acharam óptimo, em surdina até gostavam que isso passasse para o sector privado, mas os patrões do comércio ficaram alarmados, e com razão, muito comércio vive de duas alturas do ano, a altura em que recebemos o subsidio de natal e a altura em que recebemos o subsidio de férias. E são muitos milhões que deixam de ser gastos. E tem-se uma solução muito mais eficaz, mas claro do desagrado de quem manda e ganha muito bem neste país. Limite-se os ordenados a 15 mil euros na função publica, tenho a certeza que num ano se poupava muito mais que cortar os subsídios de natal e férias., e se fosse demais acertava-se o valor um pouco acima. Isto sim era uma medida justa, mexia-se em quem pode perder poder de compra pois tem-no muito acima de todos os outros e não se prejudicava quem não tem poder de compra e sobrevive mal e porcamente. Isto seria DEMOCRACIA.
Agora o outro ponto muito querido dos nossos incompetentes patrões, aumentar a produtividade, solução trabalhar-se mais meia hora, como se na maior parte dos locais de trabalho isso já não acontecesse, porque se não se fica um pouco mais já se sabe que o contrato não é renovado, e até hoje ainda não vi uma única explicação em como isto iria resolver o problema da nossa produtividade. Já somos dos que trabalhamos mais horas na união europeia, e depois temos os salários, os patrões queriam que eles fossem mais baixos, não por eles aumentarem a produtividade, (bem se baixassem todos para 15000€ máximo de certeza) mas por aumentarem os lucros, porque já somos um dos países com os salários mais baixos da união europeia ao nível de países de terceiro mundo. Os nossos patrões na sua grande maioria sempre viram o lucro a curto prazo como meta, gastar o mais que podiam em luxos (carros novos, amantes novas) mas nunca em invstir na empresa em formar e melhrorar a qualidade de vida dos trabalhadores, quer se queira quer não, quem está feliz e contente com o emprego que tem produz mais, e não há outra maneira. Triste país este que acredita neste politicos de pacotilha que não sabem o que fazer e se limitam em nos tirar direitos, liberdades e garantias, que aceita com resignação ser tratado como cidadão de segunda, que aceita justiça injusta, que aceita atropelos à Constituição como se o erro dos nosso politicos, o excesso, a incompetência fosse culpa de todos nós, e em parte é culpa daqueles que se abstiveram e abstém de votar, dos que votaram nos sucessivos governos destes ultimos 30 anos, e coitados dos que não votaram nos que ganharam, pois esses sem culpa nenhuma pagam os erros dos outros. E por hoje chega
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